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Autocuidado e saúde feminina: Instituto ELO e GAMFA promovem roda de conversa sobre saúde mental

No último dia 30 de setembro, o Instituto ELO promoveu uma roda de conversa sobre autocuidado e saúde mental em parceria com o GAMFA, Grupo de Articulação Mulheres da Favela.

O encontro foi um espaço de escuta, troca e acolhimento. A proposta foi refletir sobre como cuidar de si em meio às demandas do dia a dia. Além disso, iniciativas como essa reforçam que falar sobre saúde mental é um passo importante para quebrar estigmas e fortalecer redes de apoio.

Roda de conversa sobre autocuidado do Instituto ELO com o GAMFA

O tempo como ferramenta de autocuidado

Quando o assunto é autocuidado, o tempo é um dos pontos centrais. Muitas mulheres conciliam trabalho, casa e cuidado com a família e acabam deixando as próprias necessidades para depois. Por isso, reservar um tempo para si não é egoísmo nem luxo: é uma forma de preservar a saúde mental.
Esse tempo não precisa ser longo. Na verdade, pequenas pausas para descansar, respirar ou fazer algo que traga prazer já fazem diferença quando se repetem ao longo da semana. Da mesma forma, manter consultas e exames em dia também é uma maneira de cuidar de si.
O tempo importa ainda em outro sentido: perceber os sinais de esgotamento e buscar apoio o quanto antes. Afinal, quanto mais cedo o cuidado começa, mais leve tende a ser o caminho de volta ao equilíbrio.

Por que o Instituto ELO apoia pessoas em situação de vulnerabilidade social

O Instituto ELO acredita que educação e cuidado caminham juntos. Por isso, nossa atuação se estende às comunidades ao nosso redor, levando informação e acolhimento a quem mais precisa.

O acesso a cuidados em saúde mental ainda é desigual. Mulheres em situação de vulnerabilidade social, por exemplo, costumam enfrentar sobrecarga, insegurança e pouco tempo para si, o que torna o autocuidado ainda mais desafiador. Nesse contexto, criar espaços de escuta é uma forma concreta de reduzir essa distância.
Parcerias com organizações como o GAMFA, que conhecem de perto a realidade de cada território, tornam esse trabalho mais efetivo. Além disso, essa atuação dialoga com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU, entre eles saúde e bem-estar, igualdade de gênero e redução das desigualdades.

Participantes da roda de conversa sobre saúde mental promovida pelo Instituto ELO

Autocuidado também é saber pedir ajuda


Cuidar da saúde mental inclui reconhecer quando é hora de buscar apoio. Se você ou alguém próximo estiver passando por um momento difícil, existem serviços gratuitos disponíveis:

  • CVV (Centro de Valorização da Vida): atendimento gratuito pelo telefone 188, 24 horas por dia, ou pelo site cvv.org.br.
  • Unidades Básicas de Saúde (UBS): porta de entrada do SUS, onde é possível iniciar um acompanhamento.
  • CAPS (Centros de Atenção Psicossocial): atendimento especializado em saúde mental pelo SUS.

Conversar com alguém de confiança também é um passo importante. Afinal, pedir ajuda é, antes de tudo, um gesto de cuidado consigo.
Uma rede de cuidado construída em conjunto

Agradecemos ao GAMFA pela parceria e a todas as mulheres que estiveram presentes e fizeram desse encontro um espaço de confiança.

Encontros como esse mostram que, quando o cuidado é coletivo, ninguém precisa caminhar sozinha.

O Instituto ELO segue comprometido com ações que promovem saúde, educação e cidadania. Acompanhe nossos projetos sociais e fique por dentro das próximas iniciativas.

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